Vou deixar aqui um vídeo de um poema que fala sobre os cães.
Para quem não quiser ver o vídeo, o poema está na descrição, e vou deixá-lo aqui em baixo também:
Fucinho Quadrúpide:
Vemos um rosto triste,
Vemos um sorriso.
Ele não pode agir,
Ele não pode lutar.
Mas ainda assim,
Que carinho é esse?
Porque ainda lambe,
O semelhante de seu ceifador?
Porque ainda sisma,
Em não ter remorso da dor?
Sua pobreza me enoja,
És cavador de sua própria tumba.
Burro não devia ser nomeado a tal eqüino,
E sim ao senhor fucinho quadrúpide.
Você não sabe o que é ser,
Talvez não saiba o que é ver.
Mas será que sentir é sua alegria,
Ou apenas sua ousadia?
Ousa tentar o impossível,
Não vê que assim se torna passível?
Tente enxergar o lado certo,
Ataque, não sejas assim...
Rosne, se defenda,
Senão será o seu fim.
É AMIGO, você tem dignidade,
Você tem coragem,
e além de tudo, lealdade.
Inveja, é o que sentimos,
Ao ver como trata sua cria,
Ao ver, como é nobre sua sina.
E ao ver, além de tudo,
Que sina não é,
Você apenas não pensa,
Apenas deixou de lado essa parte,
Essa parte que nos consome,
E nos faz ser isso...
Você é você,
E não precisa de demonstração.
Você é um Cão!
